DOUTOR PAULO MENDONÇA
As gastroenterites infecciosas afetam grande parte da população mundial. A OMS estima que ocorram cerca de 2 bilhões de casos a cada ano, sendo a principal causa de mortalidade de origem infecciosa e a maior causa de mortalidade em crianças menores de cinco anos. Gastroenterite é a inflamação do revestimento do estômago e dos intestinos grosso e delgado. Muitos casos são infecciosos, embora a gastroenterite possa ser secundária à ingestão de medicamentos e toxinas químicas (p. ex., metais, substâncias derivadas de plantas). A aquisição pode ser de origem alimentar, transmitida pela água ou disseminada de uma pessoa para outra.
Causas
Vírus: Os vírus são as causas mais comuns de gastroenterites. O rotavírus é a causa mais comum de diarreias esporádicas, graves e que provocam desidratação em crianças menores (com pico de incidência dos 3 aos 15 meses de idade). O rotavírus é altamente contagioso; muitas infecções ocorrem por via oro-fecal. Outros vírus são os norovírus, mais frequentemente infectam crianças mais velhas e adultos, o astrovírus, que pode infectar pessoas de todas as idades, mas em geral atinge bebês e crianças pequenas, e os adenovírus, a quarta causa mais comum de diarreia viral na infância.
Bactérias: A gastroenterite bacteriana é menos comum que a viral. As bactérias causam gastroenterite por vários mecanismos. Algumas espécies aderem à mucosa intestinal sem invadi-la e produzem toxinas. Algumas bactérias produzem uma toxina que é ingerida junto com o alimento contaminado.
Outras bactérias invadem a mucosa do intestino delgado ou cólon e provocam ulcerações microscópicas, sangramento, exsudação de líquido rico em proteínas e secreção de eletrólitos e água.
Parasitas: Certos parasitas intestinais aderem-se ou invadem a mucosa intestinal, causando náuseas, vômitos, diarreia e mal-estar geral. Costuma ser adquirida por contato interpessoal (em geral em centros de tratamento diário) ou por água contaminada. Outros parasitas que provocam sintomas similares.
Tratamento Reidratação;
Considerar o uso de agentes antidiarreicos se houver suspeita de infecção;
Antibióticos somente em casos específicos.
Basta o tratamento de suporte para a maioria dos pacientes. O repouso no leito com acesso a um banheiro ou comadre é desejável.
Soluções orais com glicose e eletrólitos, caldo ou canja podem ajudar a prevenir ou mesmo tratar casos de desidratação leve. Mesmo que esteja vomitando, o paciente deve tomar pequenas doses desses fluidos; os vômitos diminuirão com a reposição de fluidos.
Quando o paciente tolera bem os líquidos, não está vomitando e o apetite já começa a retornar, a alimentação deve ser gradualmente recomeçada.
Não existe qualquer benefício comprovado na restrição de alguns alimentos (cereais, gelatina, bananas e torradas). Alguns pacientes podem desenvolver intolerância temporária à lactose.
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