Um episódio de violência extrema chocou a comunidade escolar da Escola Municipal Professor Antonio Lopes Lins, em Campo Grande (MS). Um estudante autista de 12 anos foi vítima de agressões físicas cometidas por um colega de classe e, posteriormente, pela própria mãe do agressor e outros familiares.
O conflito teria começado dentro da unidade escolar, após a vítima ser falsamente acusada de pegar o lanche do colega. Na ocasião, o agressor desferiu uma rasteira no menino, causando ferimentos em sua boca.
Agressão Continuada e Internação
O que já era grave tornou-se ainda pior após o sinal da saída. De acordo com o Conselho Tutelar, a violência escalou nas proximidades da escola:
O estudante foi novamente atacado, desta vez com a participação direta da mãe do agressor e do pai.
Devido à intensidade dos golpes, o adolescente precisou ser hospitalizado para receber cuidados médicos urgentes.
O caso foi registrado junto às autoridades policiais e o Conselho Tutelar acompanha o desdobramento para garantir a proteção do menor.
Vulnerabilidade em Foco
O caso acende um alerta vermelho sobre a segurança de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ambiente escolar. A brutalidade envolvendo adultos contra uma criança em situação de vulnerabilidade gerou revolta e cobranças por medidas rigorosas contra os responsáveis.
A Secretaria de Educação e a Polícia Civil devem apurar a conduta dos envolvidos e a omissão de segurança no entorno da instituição.
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