Prefeitura de Garanhuns

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15 maio, 2026

DESEMPREGO EM PERNAMBUCO É O SEGUNDO MAIOR DO BRASIL NO INÍCIO DE 2026

RECIFE – Pernambuco fechou o primeiro trimestre de 2026 com a segunda maior taxa de desocupação do país, atingindo o índice de 9,2%. 

O estado divide a incômoda posição com a Bahia e Alagoas, ficando atrás apenas do Amapá, que lidera o ranking nacional com 10% de desemprego.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). 

O cenário local contrasta com a média do Brasil, que registrou 6,1% de desocupação — a menor taxa para um primeiro trimestre desde o início da série histórica, em 2012.

INFORMALIDADE E FALTA DE CARTEIRA ASSINADA

Além do alto número de desempregados, Pernambuco enfrenta dificuldades na qualidade dos postos de trabalho. 

O estado está bem abaixo da média nacional no quesito emprego formal:

Carteira Assinada (Brasil): 74,7% dos trabalhadores do setor privado.

Carteira Assinada (Pernambuco): Apenas 63,4% possuem o registro formal.

No Brasil, o destaque positivo ficou com Santa Catarina, que registrou o menor desemprego do país (abaixo de 3%) e a maior taxa de trabalhadores com carteira assinada (86,7%).

DESEMPREGO DE LONGO PRAZO NO PAÍS

A nível nacional, o IBGE revelou que o país ainda lida com o drama do desemprego de longa duração. 

Cerca de 1,089 milhão de brasileiros estão tentando se colocar no mercado de trabalho há pelo menos dois anos. 

Se somados os que buscam uma vaga há mais de um ano, o contingente salta para 1,807 milhão de pessoas.

Apesar do volume expressivo, houve uma melhora estrutural: o número de pessoas na fila do emprego há dois anos ou mais recuou 21,7% em comparação com o mesmo período de 2025.

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