O empresário Thiago Brennand foi condenado a 31 anos, 5 meses e 24 dias de reclusão em regime fechado pela 1ª Vara de Porto Feliz (SP).
A sentença, da qual ainda cabe recurso, envolve crimes brutais contra uma ex-companheira, que denunciou ter sido agredida, estuprada e até obrigada a tatuar as iniciais do agressor sob forte ameaça.
O juiz também estipulou uma indenização de R$ 100 mil à vítima por reparação civil.
O caso, que ganhou repercussão nacional em 2022 após denúncias no programa Fantástico, foi desarquivado a pedido do Ministério Público. Brennand acabou condenado por crimes como estupro (dois episódios), lesão corporal, registro não autorizado de ato sexual e divulgação de cena de estupro.
Ele foi absolvido das acusações de cárcere privado e tortura formal, e a Justiça manteve sua prisão preventiva.
Tatuagem sob terror emocional
O relato da vítima expõe o sadismo do empresário.
Segundo o depoimento, um tatuador foi levado à casa de Brennand e, mesmo chorando e recusando o procedimento repetidas vezes diante de funcionários, a mulher cedeu por puro pânico.
Após o ato, o empresário ainda tocava na ferida propositalmente para causar dor física.
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