A defesa do educador físico Filipe Gomes da Silva negou que o profissional tenha tido intenção sexual ao agarrar e morder uma aluna de 25 anos em uma academia no bairro do Passarinho, na Zona Norte do Recife.
O caso, ocorrido em maio, é investigado pela Polícia Civil como importunação sexual, assédio sexual e lesão corporal.
Em nota, os advogados afirmaram que o ato representou apenas uma "brincadeira infeliz e despropositada" para incentivar a aluna a treinar, alegando que existia uma relação de intimidade entre ambos. Filipe reconheceu que extrapolou limites profissionais e interpessoais, mas negou motivação sexual na conduta.
A vítima, por sua vez, relatou que foi agarrada sem consentimento e agredida após negar um abraço. Imagens das câmeras de segurança registraram o momento da agressão.
O Conselho Regional de Educação Física (CREF12/PE) repudiou a atitude e solicitou acesso ao inquérito policial para avaliar medidas éticas contra o profissional.
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