RECIFE (PE) — O Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE) ingressou com uma ação civil pública contra a rede Raia Drogasil pedindo R$ 2 milhões por dano moral coletivo.
A medida ocorre após investigações comprovarem que operadores de caixa eram forçados a trabalhar em pé durante toda a jornada no Grande Recife.
Segundo o MPT-PE, empregados de diversas unidades relataram dores intensas nas pernas e na coluna por serem proibidos de usar as cadeiras disponíveis, mesmo nos momentos sem atendimento ao público.
A conduta descumpre recomendações da Norma Regulamentadora nº 17 (NR-17) sobre ergonomia.
O órgão pede liminar urgente para garantir assentos com encosto e pausas para descanso aos funcionários, sob pena de multa.
A Drogasil declarou que aguarda notificação formal para prestar esclarecimentos à Justiça.
Nenhum comentário:
Postar um comentário