Em uma escalada militar sem precedentes na América Latina, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado (3/1) que forças norte-americanas realizaram um ataque em larga escala contra a Venezuela. Segundo comunicado publicado na rede Truth Social, a operação resultou na captura do líder venezuelano, Nicolás Maduro, que teria sido retirado do país junto com sua esposa, Cilia Flores.
De acordo com o governo norte-americano, a ação foi executada em conjunto com agências de segurança e forças militares, atingindo alvos estratégicos na capital, Caracas. O governo venezuelano, por meio de nota oficial, confirmou os ataques e denunciou bombardeios em áreas civis e militares nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Antes de ser levado, Maduro declarou estado de emergência nacional e convocou a população e a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) para uma "mobilização total contra a agressão imperialista".
A operação deste sábado é o ápice da Operação Lança do Sul, iniciada no segundo semestre de 2024 sob a justificativa de combate ao tráfico internacional de drogas.
Poderio Militar: Os EUA mobilizaram o porta-aviões USS Gerald R. Ford, submarinos nucleares e caças F-35 para a região.
Recentemente, o governo dos EUA classificou o "Cartel de los Soles" como organização terrorista, apontando Maduro como seu líder.
Reação Internacional
O cenário de guerra no continente gerou reações imediatas. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, utilizou suas redes sociais para alertar o mundo sobre os bombardeios com mísseis em Caracas, pedindo reuniões urgentes da ONU e da OEA (Organização dos Estados Americanos).
Até o momento, o paradeiro exato de Nicolás Maduro não foi divulgado. A Casa Branca deve realizar uma coletiva de imprensa ainda hoje para fornecer detalhes sobre a custódia do venezuelano e os próximos passos da intervenção.
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