O cenário jurídico nacional foi abalado pela denúncia de assédio sexual envolvendo o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O caso, que envolve a filha de um casal de amigos do magistrado, já alcançou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com informações apuradas pelo portal Metrópoles, o episódio teria ocorrido no dia 9 de janeiro, durante um momento de lazer em uma praia. Segundo o depoimento da vítima, uma jovem de 18 anos, ela teria sido abordada pelo ministro enquanto tomava banho de mar.
A jovem relatou ter entrado em estado de desespero após o magistrado, supostamente em estado de excitação visível, tentar agarrá-la por três vezes dentro da água.
Devido à prerrogativa de foro do magistrado, o caso segue dois ritos distintos:
O inquérito tramita no STF, sob a relatoria do ministro Nunes Marques.
O processo disciplinar corre na Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ).
Nesta quarta-feira (4/2), os denunciantes prestaram depoimento oficial à Corregedoria. Em nota, o CNJ reafirmou que o caso tramita sob sigilo absoluto, conforme determina a legislação vigente para proteger as partes envolvidas.
Em nota oficial, o ministro Marco Buzzi manifestou surpresa e indignação com as acusações. O magistrado afirmou que:
As insinuações "não correspondem aos fatos".
Repudia veementemente qualquer "ilação de que tenha cometido ato impróprio".
A divulgação por veículos de imprensa o surpreendeu pelo teor do que chama de insinuações.
A investigação agora busca coletar provas e depoimentos que possam esclarecer o que de fato ocorreu na data mencionada.
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