O estado de Alagoas amanheceu em luto nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. Um gravíssimo acidente na rodovia AL-220, na altura do Distrito Caboclo, resultou na morte confirmada de 15 passageiros e deixou dezenas de feridos em estado grave. O veículo, que transportava romeiros, capotou no temido trecho conhecido como “S do Caboclo”, próximo ao Sítio Boqueirão.
A magnitude da tragédia exigiu uma mobilização sem precedentes das forças de segurança e saúde do estado. O cenário de caos mobilizou:
Equipes de salvamento para desencarceramento de vítimas presas às ferragens.
Múltiplas unidades de suporte avançado para atendimento imediato.
DEA (Aviação Estadual): Aeronaves foram acionadas para o transporte aeromédico dos feridos em estado crítico para hospitais de Maceió e Arapiraca.
Imagens que circulam nas redes sociais revelam a violência do impacto. O ônibus ficou completamente destruído após sair da pista e capotar. Enquanto as equipes oficiais trabalhavam, moradores da comunidade local uniram forças para auxiliar no suporte inicial e no conforto aos sobreviventes que conseguiam deixar o veículo.
"Foi uma cena devastadora. A prioridade absoluta foi garantir que cada sobrevivente chegasse ao hospital o mais rápido possível", afirmou um dos socorristas presentes no local.
O Governo do Estado já se manifestou, garantindo assistência integral às famílias das vítimas e aos sobreviventes. Paralelamente, a perícia técnica já iniciou os trabalhos para identificar as causas do acidente. O trecho do "S do Caboclo" é historicamente conhecido pela sua periculosidade, reacendendo o debate sobre a necessidade urgente de melhorias na sinalização e infraestrutura das rodovias alagoanas.
A tragédia levanta, mais uma vez, um alerta sobre a segurança no transporte de passageiros em rotas religiosas e a vulnerabilidade das estradas brasileiras. O momento é de dor para as famílias de Alagoas, que aguardam por respostas e por medidas concretas que evitem a repetição de tamanha fatalidade.
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