A agenda original previa um mergulho na situação da segurança pública do Nordeste e do Sudeste. Para a sessão de terça-feira, a presença confirmada era a da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, acompanhada pelo secretário de Defesa Social do estado, Alessandro Carvalho de Mattos.
Já na quarta-feira, o foco se voltaria para o Rio de Janeiro, com as oitivas do governador Cláudio Castro e do secretário de Segurança Pública fluminense, Victor Cesar Carvalho dos Santos.
A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DAS AUTORIDADES
O convite partiu do relator da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), por meio do requerimento REQ 1/2025. Segundo o parlamentar, ouvir essas lideranças é fundamental por dois motivos principais:
Entender como as facções e milícias operam em diferentes estados.
Subsidiar a criação de novas leis e políticas públicas federais que sejam realmente eficazes contra o crime.
"A contribuição dessas autoridades e técnicos é vital para a elaboração do relatório final", afirmou o relator.
ESTRUTURA E OBJETIVOS DA COMISSÃO
Presidida pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), a CPI conta com um colegiado de 11 membros titulares e 7 suplentes. O foco central da investigação é desvendar a expansão das organizações criminosas no Brasil, com atenção especial para:
Facções criminosas: Rotas de tráfico e domínio territorial.
Milícias: Atuação política e econômica em áreas urbanas.
Aprimoramento Jurídico: Propor mudanças na legislação atual para fechar brechas que favorecem a impunidade.
Ainda não há uma nova data confirmada para o reagendamento das falas de Raquel Lyra e dos demais convocados.
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