RECIFE — A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), rebateu de forma contundente as acusações de que estaria coordenando uma suposta rede de espionagem contra opositores ou utilizando a estrutura da Polícia Civil para fins eleitorais e perseguições políticas.
A declaração foi dada durante sua participação no programa Frente a Frente, uma sabatina conjunta do UOL e da Folha de S.Paulo.
Durante a entrevista, Raquel defendeu a integridade da Polícia Civil pernambucana, classificando a corporação como séria e comprometida com o dever legal.
Ela argumentou que as recentes nomeações e o fortalecimento da inteligência policial fazem parte de um pacote de investimentos estruturais, e não de uma tentativa de controle político.
Investimentos e Transparência
Para justificar a modernização da polícia, a governadora destacou avanços implementados em sua gestão:
Modernização de delegacias (novos computadores, mobiliário e internet de qualidade);
Criação de uma Escola de Inteligência Policial e laboratório contra lavagem de dinheiro;
Implementação de sistemas próprios de investigação, reduzindo a dependência da Polícia Federal.
Posicionamento Oficial: Raquel Lyra garantiu que o governo estadual prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades.
Ela encerrou a sabatina assegurando que "em nenhum momento a máquina pública foi ou será utilizada para perseguir adversários ou qualquer cidadão".
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